Para quem está acompanhando o blog (esperamos não estar escrevendo para as paredes), pedimos desculpas pela falta de posts durante tanto tempo. Prometemos melhorar e renovar as histórias de forma mais rápida.
Na realidade, é por pura falta de tempo nossa mesmo, pois, história de Manés é o que mais tem. Ainda mais agora, que nossas amigas, colegas e até esposas estão empenhadas em ler as atualizações e nos contando todas aquelas histórias perdidas no passado (ontem) e que aconteceu com a prima da amiga (sabe aquilo?), estamos com material sobrando e com pouco tempo para colocar no papel (blog).
Mas, para iniciar a semana, segue o quarto exemplo de Mané, um exemplar que nos dá vontade de rir e para as mulheres de chorar...
EXEMPLO 4 = O MANÉ “NOJINHO”
Essa história é triste! Aconteceu com uma amiga nossa aqui da empresa. O cara fez um convite de ir ao motel e ela topou. Segundo ela mesmo disse, ela estava com uma vontade daquelas, com um tesão nas alturas, que se começasse no carro mesmo, iria até o final e acharia maravilhoso (mulheres nesse estado são maravilhosas, para aqueles que sabem o que fazer...). Pois bem, o cara chegou lá, estava com uma mulher belíssima (podem acreditar, nós a conhecemos) e ela estava com o desejo nas alturas! Ela estava tão no pique, que foi tomando a iniciativa e entre beijos propôs:
“Vamos arrancar logo essa roupa e ir para a banheira?”
Sabem o que o Mané respondeu?
“Ih, ah não, eu tenho nojo dessas banheiras de motel. Todo mundo entra nelas e faz um monte de coisas lá dentro”.
Caraca! Esse cara é burro? Ele não está percebendo a noite deliciosa que pode ter? Se ele tem nojo de motel, por que a convidou a ir para um? Se ele levou-a a um motel que se duvida das condições de limpeza do ambiente, a culpa é do imbecil mesmo!
Agora, o pior de tudo é que ele acabou dizendo que “o monte de coisas” que eles estavam por fazer é nojento e nas entrelinhas que estava com nojo dela também!
Meu caro amigo leitor, se você padece dessas encanações também ou morre de pavor das bactérias locais, você pode sair dessa situação de uma melhor forma. Basta você recusar o convite à banheira de um jeito mais carinhoso, do tipo:
“Ah não, não quero você na banheira, quero-a na cama comigo agora” – vale ressaltar que essa resposta é válida para o tipo de situação acima mostrada, onde a mulher já havia demonstrado segurança e desejo! Não vá jogando na cama todas as mulheres que entram contigo no motel, pois, muitas delas gostam de uma preliminar, um amasso, uma ou duas bebidas para relaxar. Você pode passar a imagem de apressado e até meio bruto.
Estamos explicando isso, pois, como temos muitos Manés lendo, eles podem confundir tudo e saírem jogando mulheres na cama.
Agora, um recado para as mulheres:
Se o cara tem nojo de banheira, de lençol da cama e de calcinha, desconfie seriamente! O cara deve precisar de uma boa terapia, pois, ele não escolheu ainda...
Amanhã voltaremos com outro Mané e esse não dá vontade de rir. Ele é de dar medo mesmo!
segunda-feira, 18 de junho de 2007
terça-feira, 5 de junho de 2007
A luta continua...
Depois de um início estrondoso, com grande repercussão no meio feminino, voltamos à carga com mais alguns exemplos de Manés. Nosso blog foi muito bem recebido pelas mulheres e nem tanto pelos homens, como era de se esperar.
As mulheres se identificaram com as situações mostradas, ficaram animadas com nossa compreensão e solidariedade, deram mais exemplos e inúmeras sugestões (umas aceitáveis e outras não). Já os homens se indignaram com nossa iniciativa. Fomos chamados de traidores, “mulherzinhas”, babacas e outras coisas não publicáveis.
Mas, a luta que se iniciou não acabará de forma tão fácil e rápida. Não deixaremos todas essas mulheres desamparadas!!
Na postagem de hoje comentaremos mais uma situação imperdoável e difícil de entender e que foi causada por nós homens, esses seres que a cada dia, nos decepcionam cada vez mais!
EXEMPLO 3 = O MANÉ SONECA
Essa aconteceu com uma amiga de uma amiga nossa (como já dissemos aqui, todas histórias são verdadeiras, mas nenhuma delas aconteceu conosco ou com nossos próximos...). Resumidamente, ela conhecia um cara na empresa dela, passaram por um período de paquera, aproximação, cinema, jantar e...cama! Como sempre e como já dissemos aqui também, a primeira vez é sempre uma incógnita cercada de muita insegurança, tanto para mulher como para o homem também. Mas, os homens andam dando cada pisada na bola...
O casal estava numa boa, a relação estava indo bem, o tesão estava em alto nível, quando o cara não agüentou mais e gozou! Até aí, tudo bem! Pelo que consta, o cara não gozou depois de 10 segundos, então não foi esse o problema. O problema foi o cara gozar e ficar paralisado. Segundo a moça, do jeito que o cara acabou ele ficou, ou seja, de barriga para cima (podemos pressupor que ela estava sentada em cima dele, naquela posição clássica), com o corpo enrijecido e de olhos bem fechados. Ele não pronunciava nenhuma palavra, nenhum suspiro ou gemido, nada! Depois de dez minutos olhando para aquela estátua, ela perguntou: “Tá tudo bem?”
A resposta foi maravilhosa! “Estou bem. Por favor, dá um tempo prá mim. Estou com sono...”.
E o cara dormiu 01 hora!
Meus amigos leitores, não façam isso, por favor! A gente sabe que algumas mulheres são exigentes e até chatas nessa questão do “pós-transa”, exigindo palavras carinhosas, cafunés de diversos tipos e atenção redobrada. Mas, não precisa exagerar, né Mané! Dormir durante uma hora, sendo que é a primeira vez que você está saindo com a mulher? É muito broxante, não é mesmo? Se isso já ocorreu na primeira vez, a mulher fica pensando que depois de 06 meses, o cara vai dormir antes e não depois! Nós entendemos que depois de uma boa transa e de um orgasmo intenso, bate aquela preguiça e vem aquele sono natural, mas dormir só é permitido quando o casal já tenha um bom tempo de intimidade juntos e mesmo assim, existem algumas situações que é melhor ficar acordado conversando com a esposa, por exemplo.
Vamos lá! Não é tão difícil assim! A mulher da situação exposta queria apenas uma troca de palavras, um afago, um sorriso ou um abraço “tipo conchinha” (elas adoram isso, se sentem protegidas, podem apostar!). Mesmo que não seja o caso, que você esteja com uma mulher totalmente desencanada, que seja apenas sexo por sexo e ela saiba disso, apostamos que ela ficará bem melhor ouvindo uma piada sua (desde que não seja infame) do que o seu ronco (e olha que nós roncamos também!).
Abaixo, elencamos algumas coisas que vocês homens não devem fazer no “pós-transa”:
1) Nunca pergunte “foi bom para você?”. É péssimo e demonstra toda sua insegurança;
2) Nunca pergunte “com quantos você transou antes de mim?”. Vide o exemplo do imbecil no caso nº 2, contado anteriormente;
3) Não durma por 01 hora seguida, principalmente se for a primeira vez, se você estiver num motel ou na casa dela (você correrá o risco dela te acordar e te mandar embora no frio...);
4) Não levante logo após de gozar para ir tomar banho. A mulher pode interpretar que você está com algum tipo de nojo dela;
5) Não coloque o relógio no pulso. Isso é terrível, pois, você está dizendo: “pronto, já gozei e podemos ir embora agora!”;
6) Não comece a falar da sua mãe. O seu complexo de Édipo ficará escancarado;
7) Não fale sobre o golaço do Kaká na Copa de Campeões da Europa. Poucas mulheres gostam de futebol (o que é uma pena!) e as que curtem, preferirão conversar sobre isso numa outra oportunidade;
8) Não comece a falar sobre sua esposa. Se você estiver com a sua amante, é o mínimo que você pode fazer!;
Vamos parar por aqui, pois, a quantidade de mancadas que os homens podem dar é infinita e não caberiam nessa página.
As mulheres se identificaram com as situações mostradas, ficaram animadas com nossa compreensão e solidariedade, deram mais exemplos e inúmeras sugestões (umas aceitáveis e outras não). Já os homens se indignaram com nossa iniciativa. Fomos chamados de traidores, “mulherzinhas”, babacas e outras coisas não publicáveis.
Mas, a luta que se iniciou não acabará de forma tão fácil e rápida. Não deixaremos todas essas mulheres desamparadas!!
Na postagem de hoje comentaremos mais uma situação imperdoável e difícil de entender e que foi causada por nós homens, esses seres que a cada dia, nos decepcionam cada vez mais!
EXEMPLO 3 = O MANÉ SONECA
Essa aconteceu com uma amiga de uma amiga nossa (como já dissemos aqui, todas histórias são verdadeiras, mas nenhuma delas aconteceu conosco ou com nossos próximos...). Resumidamente, ela conhecia um cara na empresa dela, passaram por um período de paquera, aproximação, cinema, jantar e...cama! Como sempre e como já dissemos aqui também, a primeira vez é sempre uma incógnita cercada de muita insegurança, tanto para mulher como para o homem também. Mas, os homens andam dando cada pisada na bola...
O casal estava numa boa, a relação estava indo bem, o tesão estava em alto nível, quando o cara não agüentou mais e gozou! Até aí, tudo bem! Pelo que consta, o cara não gozou depois de 10 segundos, então não foi esse o problema. O problema foi o cara gozar e ficar paralisado. Segundo a moça, do jeito que o cara acabou ele ficou, ou seja, de barriga para cima (podemos pressupor que ela estava sentada em cima dele, naquela posição clássica), com o corpo enrijecido e de olhos bem fechados. Ele não pronunciava nenhuma palavra, nenhum suspiro ou gemido, nada! Depois de dez minutos olhando para aquela estátua, ela perguntou: “Tá tudo bem?”
A resposta foi maravilhosa! “Estou bem. Por favor, dá um tempo prá mim. Estou com sono...”.
E o cara dormiu 01 hora!
Meus amigos leitores, não façam isso, por favor! A gente sabe que algumas mulheres são exigentes e até chatas nessa questão do “pós-transa”, exigindo palavras carinhosas, cafunés de diversos tipos e atenção redobrada. Mas, não precisa exagerar, né Mané! Dormir durante uma hora, sendo que é a primeira vez que você está saindo com a mulher? É muito broxante, não é mesmo? Se isso já ocorreu na primeira vez, a mulher fica pensando que depois de 06 meses, o cara vai dormir antes e não depois! Nós entendemos que depois de uma boa transa e de um orgasmo intenso, bate aquela preguiça e vem aquele sono natural, mas dormir só é permitido quando o casal já tenha um bom tempo de intimidade juntos e mesmo assim, existem algumas situações que é melhor ficar acordado conversando com a esposa, por exemplo.
Vamos lá! Não é tão difícil assim! A mulher da situação exposta queria apenas uma troca de palavras, um afago, um sorriso ou um abraço “tipo conchinha” (elas adoram isso, se sentem protegidas, podem apostar!). Mesmo que não seja o caso, que você esteja com uma mulher totalmente desencanada, que seja apenas sexo por sexo e ela saiba disso, apostamos que ela ficará bem melhor ouvindo uma piada sua (desde que não seja infame) do que o seu ronco (e olha que nós roncamos também!).
Abaixo, elencamos algumas coisas que vocês homens não devem fazer no “pós-transa”:
1) Nunca pergunte “foi bom para você?”. É péssimo e demonstra toda sua insegurança;
2) Nunca pergunte “com quantos você transou antes de mim?”. Vide o exemplo do imbecil no caso nº 2, contado anteriormente;
3) Não durma por 01 hora seguida, principalmente se for a primeira vez, se você estiver num motel ou na casa dela (você correrá o risco dela te acordar e te mandar embora no frio...);
4) Não levante logo após de gozar para ir tomar banho. A mulher pode interpretar que você está com algum tipo de nojo dela;
5) Não coloque o relógio no pulso. Isso é terrível, pois, você está dizendo: “pronto, já gozei e podemos ir embora agora!”;
6) Não comece a falar da sua mãe. O seu complexo de Édipo ficará escancarado;
7) Não fale sobre o golaço do Kaká na Copa de Campeões da Europa. Poucas mulheres gostam de futebol (o que é uma pena!) e as que curtem, preferirão conversar sobre isso numa outra oportunidade;
8) Não comece a falar sobre sua esposa. Se você estiver com a sua amante, é o mínimo que você pode fazer!;
Vamos parar por aqui, pois, a quantidade de mancadas que os homens podem dar é infinita e não caberiam nessa página.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
O primeiro de muitos posts...
Antes de mais nada, devemos nos apresentar. Esse blog será mantido por dois amigos que trabalham na mesma empresa e que nas horas vagas (se elas existirem...) pretendem alimentar o site com polêmicas, bom humor e muito toques sérios para os homens que não sabem lidar com as mulheres. Nesse grupo, incluem-se aqueles que pensam que sabem lidar com o público feminino. Portanto, recomendamos que todos leiam! Não queremos aqui dizer que somos especialistas nestes assuntos ligados ao universo feminino, porém nas histórias que freqüentemente ouvimos são relatadas situações onde não conseguimos nos incluir.
Somos Paulo Henrique e Luiz Cardoso, ambos casados, temos filhos e já passamos dos vinte anos (aliás, quanta coisa faríamos de forma diferente, se pudéssemos voltar aos vinte...nós também já fomos Manés!).
Depois dessa breve e chata apresentação, vamos ao que importa. O presente blog está nascendo de uma conversa descontraída, daquelas tidas no café da empresa, durante aquelas tardes de sexta-feira. Estávamos nós e duas amigas. Num determinado ponto desse bate papo, as meninas começaram a se queixar de como está difícil encontrar algum homem legal para iniciar um relacionamento ou, simplesmente, para manter uma boa conversa ou para fazer uma simples paquera. Segundo elas, hoje em dia, os homens “disponíveis” não conseguem trocar meia dúzia de palavras, sem falar ou fazer alguma bobagem, ou pior, infringir em alguma grosseria.
Eu e meu amigo, que já tínhamos conversado anteriormente sobre essa dificuldade masculina, ainda tentamos argumentar com tom provocativo:
“Vocês que andam exigentes demais...”
Bastou essa pequena provocação, para que jorrassem exemplos das mais diversas situações, mas todos demonstrando a total falta de sensibilidade e capacidade dos homens, quando esses tentam se aproximar e se relacionar com as mulheres. Além das diversas gargalhadas que demos, começamos a classificar esses exemplos masculinos “pisadores de bola” como Manés, daí o nome do blog.
Essas 02 amigas são “Ultra Premium Advanced Top Gold Plus”, ou seja, são mulheres que qualquer homem gostaria de ter ao lado. São solteiras, bonitas, gostosas, bem empregadas, com um bom salário, moram sozinhas, estão na faixa dos 30 anos, são simpáticas, não têm mau hálito e fundamental, têm um ótimo senso de humor! Mesmo com todo esse conjunto qualificado, estão sozinhas, sem namorado e desanimadas com o andamento das coisas.
Vamos aos exemplos surgidos, para entendermos melhor a situação:
EXEMPLO 1 = O MANÉ EXIBIDO
Uma dessas nossas amigas nos contou que estava com uma outra, jantando num restaurante japonês, numa noite de sexta-feira. Ambas são solteiras, estavam sozinhas e se divertindo sem maiores compromissos. Numa determinada hora, uma delas notou que havia um grupo de homens numa mesa próxima e que os mesmos estavam olhando para elas. Começou uma troca de olhares e de sorrisos e dois deles se encaminharam para a mesa delas. Eles se apresentaram, puxaram cadeiras e se sentaram ao lado delas para conversar melhor. Até esse ponto, tudo estava indo bem, correto? Bem, o problema foi quando começaram a abrir a boca. A primeira pergunta foi aquela mais do que batida:
“Vocês vêm sempre aqui?” – fala sério! Será que não existe outra maneira de se iniciar um diálogo?
O pior foi que depois do mau começo, a conversa ficou ainda mais triste. Os dois caras começaram a conversar entre si, disputando quem tinha mais dinheiro, numa tentativa infantil de impressionar as meninas. O teor básico da conversa entre eles era:
“O meu pai é dono de quatro postos de gasolina na região tal” ou “a minha família tem uma fazenda enorme no Mato Grosso”. Depois de dez minutos ouvindo o que cada um “tinha”, minha amiga com a típica sagacidade feminina disparou: “Nossa! Os pais de vocês têm bastante coisas e vocês dois? O que vocês dois têm?”. Depois dos sorrisos amarelos e das piadinhas sem graça, ela ainda emendou: “Olha, vcs não me levem a mal, mas poderiam nos dar licença, pois, eu e ela temos ainda que ter uma conversa séria e gostaríamos de ficar sozinhas”.
É uma tristeza, não é verdade? Passaram pela primeira fase, foram aceitos na mesa com duas beldades e começaram a disputar entre eles quem tinha o “tal” maior, disputa típica e aceitável entre meninos de 08 anos de idade.
EXEMPLO 2 = O MANÉ INSEGURO
Esse exemplo é de doer! Aconteceu com uma amiga de nossa amiga (nesse blog várias histórias terão esse tipo de origem, ok?). Ela estava saindo com um cara e depois de algumas semanas, surgiu aquela vontade incontrolável e acabaram a noite num motel. A primeira noite é sempre meio complicada! Corpos que não se “conhecem”, inseguranças de ambos os lados e tudo mais. Mas, até que a noite rolou de forma bem agradável para eles. Ele se mostrou um cara carinhoso, deixou-a bem à vontade, o sexo não foi aquela maravilha toda, mas para uma primeira vez, ela ficou até bem satisfeita. Mas, para encerrar a noite, o cara conseguiu estragar tudo com uma pequena pergunta. Não foi aquela pergunta idiota, que muitos Manés fazem, o famoso “foi bom para você?”, foi uma bem pior! Eles estavam deitados, abraçados, olhando um para o outro e de repente, ele solta a pérola:
“Antes de mim, com quantos você já transou?”
Meu Deus do Céu! Que pergunta imbecil é essa? O que interessa para esse Mané, a quantidade de parceiros que a mulher já teve? Qual é a relevância dessa informação?
Se eu fosse mulher e se estivesse no lugar dela nessa hora, responderia dessa forma, de forma bem irônica:
“Ahhhh, depende. Você quer saber o que exatamente? Quantos piores que você? Quantos do mesmo nível que o seu? Quantos melhores que você? Ou o totalzão basta?”
Já para quebrar as pernas do sujeito, levantar da cama, tomar uma ducha e ir embora, pois, esse Mané não merece futuro melhor!
Diante dos dois exemplos dados, fica mais clara a intenção dessa página, que é a de melhorar o desempenho (não o sexual pois este é individual e intransferível) masculino no tratamento com as mulheres.
Infelizmente, chegamos à conclusão que a quantidade de Manés é enorme e vamos tentar aqui nesse espaço reduzir esse número (grande pretensão a nossa, não?). Além de melhorarmos o nível desses homens-meninos tolos e inseguros, estaremos ajudando todas as mulheres que padecem do mesmo problema das nossas amigas citadas.
Vale frisar aqui, que não se trata de nenhum manifesto feminista, que achamos todas mulheres perfeitas e que elas não têm problemas. Sabemos muito bem que todos temos limitações, que existem versões femininas de Manés, mas que a quantidade de machos nesse grupo é muito maior.
Finalizando hoje, o blog está aberto para todos, sem preconceitos! Mandem-nos sugestões, mais histórias, críticas, anexos, qualquer item que vise ilustrar melhor as “manezices” praticadas e as melhorias que podem e devem acontecer.
Mulheres contem-nos seus dramas! Homens acordem!
Somos Paulo Henrique e Luiz Cardoso, ambos casados, temos filhos e já passamos dos vinte anos (aliás, quanta coisa faríamos de forma diferente, se pudéssemos voltar aos vinte...nós também já fomos Manés!).
Depois dessa breve e chata apresentação, vamos ao que importa. O presente blog está nascendo de uma conversa descontraída, daquelas tidas no café da empresa, durante aquelas tardes de sexta-feira. Estávamos nós e duas amigas. Num determinado ponto desse bate papo, as meninas começaram a se queixar de como está difícil encontrar algum homem legal para iniciar um relacionamento ou, simplesmente, para manter uma boa conversa ou para fazer uma simples paquera. Segundo elas, hoje em dia, os homens “disponíveis” não conseguem trocar meia dúzia de palavras, sem falar ou fazer alguma bobagem, ou pior, infringir em alguma grosseria.
Eu e meu amigo, que já tínhamos conversado anteriormente sobre essa dificuldade masculina, ainda tentamos argumentar com tom provocativo:
“Vocês que andam exigentes demais...”
Bastou essa pequena provocação, para que jorrassem exemplos das mais diversas situações, mas todos demonstrando a total falta de sensibilidade e capacidade dos homens, quando esses tentam se aproximar e se relacionar com as mulheres. Além das diversas gargalhadas que demos, começamos a classificar esses exemplos masculinos “pisadores de bola” como Manés, daí o nome do blog.
Essas 02 amigas são “Ultra Premium Advanced Top Gold Plus”, ou seja, são mulheres que qualquer homem gostaria de ter ao lado. São solteiras, bonitas, gostosas, bem empregadas, com um bom salário, moram sozinhas, estão na faixa dos 30 anos, são simpáticas, não têm mau hálito e fundamental, têm um ótimo senso de humor! Mesmo com todo esse conjunto qualificado, estão sozinhas, sem namorado e desanimadas com o andamento das coisas.
Vamos aos exemplos surgidos, para entendermos melhor a situação:
EXEMPLO 1 = O MANÉ EXIBIDO
Uma dessas nossas amigas nos contou que estava com uma outra, jantando num restaurante japonês, numa noite de sexta-feira. Ambas são solteiras, estavam sozinhas e se divertindo sem maiores compromissos. Numa determinada hora, uma delas notou que havia um grupo de homens numa mesa próxima e que os mesmos estavam olhando para elas. Começou uma troca de olhares e de sorrisos e dois deles se encaminharam para a mesa delas. Eles se apresentaram, puxaram cadeiras e se sentaram ao lado delas para conversar melhor. Até esse ponto, tudo estava indo bem, correto? Bem, o problema foi quando começaram a abrir a boca. A primeira pergunta foi aquela mais do que batida:
“Vocês vêm sempre aqui?” – fala sério! Será que não existe outra maneira de se iniciar um diálogo?
O pior foi que depois do mau começo, a conversa ficou ainda mais triste. Os dois caras começaram a conversar entre si, disputando quem tinha mais dinheiro, numa tentativa infantil de impressionar as meninas. O teor básico da conversa entre eles era:
“O meu pai é dono de quatro postos de gasolina na região tal” ou “a minha família tem uma fazenda enorme no Mato Grosso”. Depois de dez minutos ouvindo o que cada um “tinha”, minha amiga com a típica sagacidade feminina disparou: “Nossa! Os pais de vocês têm bastante coisas e vocês dois? O que vocês dois têm?”. Depois dos sorrisos amarelos e das piadinhas sem graça, ela ainda emendou: “Olha, vcs não me levem a mal, mas poderiam nos dar licença, pois, eu e ela temos ainda que ter uma conversa séria e gostaríamos de ficar sozinhas”.
É uma tristeza, não é verdade? Passaram pela primeira fase, foram aceitos na mesa com duas beldades e começaram a disputar entre eles quem tinha o “tal” maior, disputa típica e aceitável entre meninos de 08 anos de idade.
EXEMPLO 2 = O MANÉ INSEGURO
Esse exemplo é de doer! Aconteceu com uma amiga de nossa amiga (nesse blog várias histórias terão esse tipo de origem, ok?). Ela estava saindo com um cara e depois de algumas semanas, surgiu aquela vontade incontrolável e acabaram a noite num motel. A primeira noite é sempre meio complicada! Corpos que não se “conhecem”, inseguranças de ambos os lados e tudo mais. Mas, até que a noite rolou de forma bem agradável para eles. Ele se mostrou um cara carinhoso, deixou-a bem à vontade, o sexo não foi aquela maravilha toda, mas para uma primeira vez, ela ficou até bem satisfeita. Mas, para encerrar a noite, o cara conseguiu estragar tudo com uma pequena pergunta. Não foi aquela pergunta idiota, que muitos Manés fazem, o famoso “foi bom para você?”, foi uma bem pior! Eles estavam deitados, abraçados, olhando um para o outro e de repente, ele solta a pérola:
“Antes de mim, com quantos você já transou?”
Meu Deus do Céu! Que pergunta imbecil é essa? O que interessa para esse Mané, a quantidade de parceiros que a mulher já teve? Qual é a relevância dessa informação?
Se eu fosse mulher e se estivesse no lugar dela nessa hora, responderia dessa forma, de forma bem irônica:
“Ahhhh, depende. Você quer saber o que exatamente? Quantos piores que você? Quantos do mesmo nível que o seu? Quantos melhores que você? Ou o totalzão basta?”
Já para quebrar as pernas do sujeito, levantar da cama, tomar uma ducha e ir embora, pois, esse Mané não merece futuro melhor!
Diante dos dois exemplos dados, fica mais clara a intenção dessa página, que é a de melhorar o desempenho (não o sexual pois este é individual e intransferível) masculino no tratamento com as mulheres.
Infelizmente, chegamos à conclusão que a quantidade de Manés é enorme e vamos tentar aqui nesse espaço reduzir esse número (grande pretensão a nossa, não?). Além de melhorarmos o nível desses homens-meninos tolos e inseguros, estaremos ajudando todas as mulheres que padecem do mesmo problema das nossas amigas citadas.
Vale frisar aqui, que não se trata de nenhum manifesto feminista, que achamos todas mulheres perfeitas e que elas não têm problemas. Sabemos muito bem que todos temos limitações, que existem versões femininas de Manés, mas que a quantidade de machos nesse grupo é muito maior.
Finalizando hoje, o blog está aberto para todos, sem preconceitos! Mandem-nos sugestões, mais histórias, críticas, anexos, qualquer item que vise ilustrar melhor as “manezices” praticadas e as melhorias que podem e devem acontecer.
Mulheres contem-nos seus dramas! Homens acordem!
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